quarta-feira, 29 de agosto de 2007

mais uma [azul] para o monte


Alentejo, Portugal
2007


e mais uma para celebrar o verão

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

paradise is here


Alentejo, Porugal
2007


"Não creias, Lídia, que nenhum estio
Por nós perdido possa regressar
Oferecendo a flor
Que adiámos colher.

Cada dia te é dado uma só vez
E no redondo círculo da noite
Não existe piedade
Para aquele que hesita.

Mais tarde será tarde e já é tarde.
O tempo apaga tudo menos esse
Longo indelével rasto
Que o não-vivido deixa."
Sophia de Mello Breyner Andresen
(Homenagem a Ricardo Reis, 1972)

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

sea the colour of summer


Alentejo, Portugal
2007

terça-feira, 21 de agosto de 2007

climb the sea


Praia da Arrifana - Algarve, Portugal
2007

sábado, 18 de agosto de 2007

o mundo é redondo como uma bola...


Praia da Arrifana - Algarve, Portugal
2007


...e quem anda nele é que se amola.
(assim dizia o meu avô)

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

momentos certos


Azenha do Mar - Alentejo, Portugal
2007


"A amizade não se procura, não se imagina, não se deseja; exercita-se (é uma virtude)"
Simone Weil

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

procura as diferenças


Praia da Arrifana - Alentejo, Portugal
2007


dacordomar

sábado, 4 de agosto de 2007

everyday pic #5


Coimbra, Portugal
2006


GERÂNIOS

por vezes o que é real torna-se irreal

quarta-feira, 18 de julho de 2007

lisboa de dia


Lisboa, Portugal
2007

segunda-feira, 9 de julho de 2007

zigzag


Viena, Áustria
2007

quinta-feira, 5 de julho de 2007

swarovski crystal


Viena, Áustria
2007

quarta-feira, 4 de julho de 2007

light ceiling


Viena, Áustria
2007

segunda-feira, 2 de julho de 2007

17h15


Viena, Áustria
2007


"Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento,
Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade.
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada,
Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.
O resto é uma espécie de sono que temos,
Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença."
Alberto Caeiro

domingo, 1 de julho de 2007

horas de sol


Viena, Áustria
2007

sexta-feira, 29 de junho de 2007

solidão


Viena, Áustria
2007


"a minha solidão é demasiado vulgar para que os meus amigos a preencham"
Rui Nunes
(daqui)

quarta-feira, 27 de junho de 2007

dás-me tampa?


Ponte de Lima, Portugal
2007

terça-feira, 26 de junho de 2007

árvores com sol


Serralves - Porto, Portugal
2007


(será que já posso dar as boas-vindas ao Verão?)

terça-feira, 19 de junho de 2007

árvores com chuva


Ponte de Lima, Portugal
2007

domingo, 10 de junho de 2007

chá de hortelã


Ouzoud, Marrocos
2004


"Nem tive bem tempo para pensar, ou se calhar foi tempo demais, por isso não me mentalizei.
Tudo bem programado, mas as pressas de última hora são indispensáveis para se deixar algo para trás, é quase obrigatório. Nada de muito importante, do mal o menos. Houve até quem dissesse: basta o passaporte e o cartão de crédito: o resto compra-se. Será mesmo assim?
Coimbra. Encontro. Pressa. Partida. Sem grandes sobressaltos.
Assim se passa a noite em viagem, num topor de sono semi-desperto, e ao chegar era já de dia, e num instante estávamos do outro lado: um mundo à parte. Aqui tão perto, como é que é possível???
Surpreendi-me: montanhas, verde, campos, água, neve... Não o deserto castanho amarelo e seco que tinha imaginado, tirando, claro, no deserto, onde dromedários estafados e "berberes" cansados de turistas nos levam para a imensidão do nada, sob uma lua cheia gigante que tudo vê, de que nada se esconde. Dunas imensas, umas a seguir às outras, umas atrás das outras. O melhor "tajine", partilhado e comido à mão, acompanhado com pão. Fogueiras rodeadas de música. Paz.
Mas o caos é total: cidades enormes, desorganizadas, casas apinhadas, ocres, pessoas, animais, tudo numa grande mistura de sons, pregões, espanhol e francês misturados com árabe, ladaínhas intermináveis às horas certas insinuando-se por todo o lado, chamando, rezando, cheiro a carne fresca acabada de matar, de cortar, lã, pó, couro, comidas, excrementos dos burros que passam nas ruas estreitas como táxis apressados, sem ver, sem sentido, atropelando-se com bicicletas e gente, gente, gente até perder de vista, por entre a luz que vem do tecto onde o céu nos ilumina. O chão sujo da vida que não pára. Lutas de rua, macacos, serpentes e bailarinas que afinal são homens, videntes, música de tambores, pandeiros e pandeiretas, cornetas, vozes roucas, charradas, nem sempre animadas, homens, muitos homens. Mulheres cobertas, tapadas, escondidas. A água chalada, cheiro intenso a menta, despejada do alto, metal para vidro, calor que se funde no ar.
Indescritível...
Imperdível."
13.04.2004

terça-feira, 5 de junho de 2007

quem quer casar com a carochinha?


Lisboa, Portugal
2007

Impressões

Grãos no pó

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