quarta-feira, 18 de julho de 2007

lisboa de dia


Lisboa, Portugal
2007

segunda-feira, 9 de julho de 2007

zigzag


Viena, Áustria
2007

quinta-feira, 5 de julho de 2007

swarovski crystal


Viena, Áustria
2007

quarta-feira, 4 de julho de 2007

light ceiling


Viena, Áustria
2007

segunda-feira, 2 de julho de 2007

17h15


Viena, Áustria
2007


"Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento,
Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade.
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada,
Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.
O resto é uma espécie de sono que temos,
Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença."
Alberto Caeiro

domingo, 1 de julho de 2007

horas de sol


Viena, Áustria
2007

sexta-feira, 29 de junho de 2007

solidão


Viena, Áustria
2007


"a minha solidão é demasiado vulgar para que os meus amigos a preencham"
Rui Nunes
(daqui)

quarta-feira, 27 de junho de 2007

dás-me tampa?


Ponte de Lima, Portugal
2007

terça-feira, 26 de junho de 2007

árvores com sol


Serralves - Porto, Portugal
2007


(será que já posso dar as boas-vindas ao Verão?)

terça-feira, 19 de junho de 2007

árvores com chuva


Ponte de Lima, Portugal
2007

domingo, 10 de junho de 2007

chá de hortelã


Ouzoud, Marrocos
2004


"Nem tive bem tempo para pensar, ou se calhar foi tempo demais, por isso não me mentalizei.
Tudo bem programado, mas as pressas de última hora são indispensáveis para se deixar algo para trás, é quase obrigatório. Nada de muito importante, do mal o menos. Houve até quem dissesse: basta o passaporte e o cartão de crédito: o resto compra-se. Será mesmo assim?
Coimbra. Encontro. Pressa. Partida. Sem grandes sobressaltos.
Assim se passa a noite em viagem, num topor de sono semi-desperto, e ao chegar era já de dia, e num instante estávamos do outro lado: um mundo à parte. Aqui tão perto, como é que é possível???
Surpreendi-me: montanhas, verde, campos, água, neve... Não o deserto castanho amarelo e seco que tinha imaginado, tirando, claro, no deserto, onde dromedários estafados e "berberes" cansados de turistas nos levam para a imensidão do nada, sob uma lua cheia gigante que tudo vê, de que nada se esconde. Dunas imensas, umas a seguir às outras, umas atrás das outras. O melhor "tajine", partilhado e comido à mão, acompanhado com pão. Fogueiras rodeadas de música. Paz.
Mas o caos é total: cidades enormes, desorganizadas, casas apinhadas, ocres, pessoas, animais, tudo numa grande mistura de sons, pregões, espanhol e francês misturados com árabe, ladaínhas intermináveis às horas certas insinuando-se por todo o lado, chamando, rezando, cheiro a carne fresca acabada de matar, de cortar, lã, pó, couro, comidas, excrementos dos burros que passam nas ruas estreitas como táxis apressados, sem ver, sem sentido, atropelando-se com bicicletas e gente, gente, gente até perder de vista, por entre a luz que vem do tecto onde o céu nos ilumina. O chão sujo da vida que não pára. Lutas de rua, macacos, serpentes e bailarinas que afinal são homens, videntes, música de tambores, pandeiros e pandeiretas, cornetas, vozes roucas, charradas, nem sempre animadas, homens, muitos homens. Mulheres cobertas, tapadas, escondidas. A água chalada, cheiro intenso a menta, despejada do alto, metal para vidro, calor que se funde no ar.
Indescritível...
Imperdível."
13.04.2004

terça-feira, 5 de junho de 2007

quem quer casar com a carochinha?


Lisboa, Portugal
2007

segunda-feira, 4 de junho de 2007

40 finos


Lisboa, Portugal
2007

terça-feira, 29 de maio de 2007

lisboa à noite


Lisboa, Portugal
2007

sexta-feira, 25 de maio de 2007

memória fotográfica

faz hoje dois anos que comecei a deixar aqui as minhas memórias fotográficas
este blog é exactamente sobre isso: os sítios em que estive, as pessoas que estão comigo (e que quase nem aparecem), as músicas, as pequenas lembranças que me deixa cada momento

obrigada a todos os que partilham esta memória comigo!


Medina - Fez, Marrocos
2004


(não deixa de ser curioso estar agora a postar fotografias da mesma altura desta, que foi a primeira...)

terça-feira, 22 de maio de 2007

warning sign


Marrocos
2004




"a warning sign
i missed the good part then i realized
that i started looking and the bubble burst
i started looking for excuses

come on in
i've gotta tell you what a state i'm in
i've gotta tell you in my loudest tones
that i started looking for a warning sign

when the truth is
i miss you
yeah the truth is
that i miss you so

a warning sign
you came back to haunt me and i realized
that you were an island and i passed you by
when you were an island to discover

come on in
i've gotta tell you what a state i'm in
i've gotta tell you in my loudest tones
that i started looking for a warning sign

when the truth is
i miss you
yeah the truth is
that i miss you so

and i'm tired
i should not have let you go, oh

so i crawl back into your open arms
yes i crawl back into your open arms
and i crawl back into your open arms
yes i crawl back into your open arms"
coldplay, warning sign

terça-feira, 15 de maio de 2007

o lavar da terra


Ouzoud, Marrocos
2004

domingo, 13 de maio de 2007

é tempo de zarpar


Getaria, Espanha
2007

domingo, 6 de maio de 2007

mar adentro


País Basco, Espanha
2007


"Mar adentro, mar adentro,
y en la ingravidez del fondo
donde se cumplen los sueños,
se juntan dos voluntades
para cumplir un deseo.

Un beso enciende la vida
con un relámpago y un trueno,
y en una metamorfosis
mi cuerpo no es ya mi cuerpo;
es como penetrar al centro del universo:

El abrazo más pueril,
y el más puro de los besos,
hasta vernos reducidos
en un único deseo:

Tu mirada y mi mirada
como un eco repitiendo, sin palabras:
más adentro, más adentro,
hasta el más allá del todo
por la sangre y por los huesos.

Pero me despierto siempre
y siempre quiero estar muerto
para seguir con mi boca
enredada en tus cabellos"
Ramón Sampedro,
Mar Adentro

sábado, 5 de maio de 2007

promessas à terra


Pontões de Dine - Bragança, Portugal
2007


"Donde vêm?
De que rosto, de que estrela?

Apenas uma arde no vento.
As outras, fico a ouvi-las
escorrer da pedra.

Apenas uma em silêncio brilha.
As outras mordem
um coração de homem.

Só prometido à terra."
Eugénio de Andrade, Donde vêm?

Impressões

Grãos no pó

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